Quinta, 01 de Dezembro de 2022
   
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O serviço que vale para Deus

Pastoral

Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço menção de vós em todas as minhas orações (Rm 1.9-10).

Nem toda obra bonita é um serviço aceitável diante de Deus. Esse é um dos fatos bíblicos que muitos crentes ainda não entenderam. Por isso, vários cristãos ficam maravilhados com gestos tocantes realizados por incrédulos e chegam a dizer que há descrentes que superam os filhos de Deus na prática do bem.

À luz da Bíblia, porém, para que um trabalho seja aprovado pelo Senhor, não basta que ele seja comovente ou louvável aos olhos humanos. De fato, sua validade depende de dois requisitos e o versículo acima mostra quais são.

Primeiro, o trabalho que o servo de Deus realiza deve ser sincero. É isso o que significa a expressão “sirvo em meu espírito”. Trata-se de uma atitude interior livre de hipocrisia e do desejo de autopromoção (Mt 6.3-4). Servir no espírito é o mesmo que servir com um “coração puro”. Sem isso, o serviço que uma pessoa faz não é aceitável para o Deus que conhece o íntimo de cada um.

O segundo requisito para a validade do trabalho diante de Deus é que esse serviço seja feito “no evangelho de seu Filho”, ou seja, a obra deve, de algum modo, refletir e promover a mensagem do evangelho. Ela deve, assim, contribuir para que a verdade sobre a cruz de Cristo chegue aos homens, convidando-os ao arrependimento. Se não tiver esse alvo, não importa quão belo seja, o serviço feito será sem valor para Deus.

Por isso, que daqui para frente cada um de nós avalie os próprios trabalhos e também o dos outros a partir desses padrões e que Deus nos ajude a sermos zelosos para sempre realizar o serviço dele “em espírito” e “no evangelho”.

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo gloria
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