Terça, 11 de Agosto de 2020
   
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A História do Joaquim

Pastoral

O Joaquim era mais um nordestino que tinha vindo a São Paulo movido pelo sonho de uma vida melhor. Chegando aqui, infelizmente, viu as coisas piorarem. Começou a beber, beber, beber... Tinha de afogar a frustração de algum modo. O tempo passou e ele virou um mendigo. Quem passava pelo Parque Dom Pedro podia vê-lo revirando o lixo em busca de restos de comida.

Joaquim chegou ao extremo no vício da bebida. Houve um tempo em que o álcool não o satisfazia mais e ele começou a beber querosene! Quanta miséria! Não havia esperança de recuperação para o Joaquim.

Certo dia, um crente piedoso, passando pela rua, compadeceu-se dele: falou-lhe bondosamente, levou-o para casa, deu-lhe um banho com mangueira e esfregão e trocou-lhe a roupa. Joaquim foi levado à igreja onde ouviu da salvação que Cristo dá. Ele creu, tornou-se um homem novo, arrumou um emprego, casou-se, construiu uma casa e seu sonho hoje é adotar uma criança.

Joaquim não é uma fábula cristã. Não é uma daquelas ilustrações que parecem extraídas de contos de fada. Ele é meu amigo. Fui pastor dele durante alguns anos. Tomei café junto com ele e sua esposa na sua bela casinha amarela que, aliás, fica bem perto do bairro onde moro.
 
A história que narrei mostra só um pouquinho do que Cristo faz na vida de quem lhe pertence. Ela serve para fortalecer a nossa certeza de que “se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2Co 5.17).

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo glori

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