Terça, 11 de Agosto de 2020
   
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Que Trazes para Mim

Pastoral

Nos tempos bíblicos, se alguém falasse de Páscoa para as crianças de Israel, elas não pensariam num coelhinho. O animal que lhes viria à mente seria outro. Seria um cordeirinho. Elas também não pensariam em ovos de chocolate. Antes, pensariam no sangue do tal cordeirinho sendo derramado num altar.

Ao contrário, porém, do que possamos imaginar, a Páscoa, para aquelas crianças, não era vista como algo feio, cruel, triste ou medonho. Na visão que lhes era transmitida pelos pais, a Páscoa tinha um significado muito feliz. Apontava para o dia em que, graças ao sacrifício de um cordeiro, os primogênitos de Israel foram poupados da morte pelo anjo do Senhor. Apontava também para o dia em que a nação israelita foi liberta do jugo egípcio.

Como cristãos, temos o dever de resgatar o verdadeiro sentido da Páscoa. Tanto mais que, para nós, além de ela apontar para o sacrifício de Cristo, nosso Cordeiro Pascal (1Co 5.7) e para o dia em que nossa Redenção se consumou, aponta também para a ressurreição do nosso Salvador.

É claro que podemos continuar a comprar ovinhos de chocolate (eles são tão gostosos, não é mesmo?). Mas não é da lembrança de coelhos que podemos esperar receber edificação. É, na verdade, de um cordeiro que temos de lembrar. Nossas crianças devem cantar: “Cordeirinho da Páscoa, que trazes pra mim?” E a resposta a isso deve vir depressa: ele traz a lembrança do sacrifício e ressurreição do Verdadeiro Cordeiro; sacrifício que foi feito por nossa Redenção e tornou o nosso futuro doce. Doce como um ovo, dois ovos, três ovos assim...

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo gloria

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