Segunda, 18 de Novembro de 2019
   
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Provérbios 21.9; 25.24

  

Provérbios 21.9; 25.24

“Melhor é viver num canto sob o telhado do que repartir a casa com uma mulher briguenta” (Pv 21.9 NVI). 

Entre os meteorologistas é um hábito batizar furacões (hurricanes, em inglês) com nomes de mulheres. Um exemplo recente foi o furacão Sandy, que atingiu, entre outros, a costa leste dos Estados Unidos em 2012. Por esse motivo, a defensora dos direitos das mulheres, a Sra. Roxey Bolton, pediu ao diretor do Centro Nacional de Furacões (National Hurricane Center), Dr. Robert H. Simpson, que interrompesse tal prática. Ela sugeriu que fossem utilizados nomes de senadores dos Estados Unidos. Segundo ela, eles se deleitam muito em haver coisas que levem seus nomes. Infelizmente, há casos em que mulheres são associadas a furacões, porém não em seus nomes, mas em suas próprias atitudes.

É fato que o mundo antigo era bastante masculinizado, enquanto as mulheres ocupavam um plano secundário na sociedade. Por isso, boa parte dos provérbios trata de problemas que são gerais à raça humana, mas que se destacam nos hábitos masculinos. Contudo, Salomão dá bastante atenção não só à existência da mulher em seus escritos, mas também a alertas específicos que elas precisam ouvir. Um deles tem a ver com o cuidado que se deve ter para não ser “uma mulher briguenta”, o que ele faz em dois provérbios de mesmo teor (Pv 21.9; 25.24). Segundo o escritor, para um homem, “melhor é viver num canto sob o telhado do que repartir a casa” com uma mulher assim. “Dividir a casa” aqui significa se casar com uma mulher que não tem seu gênio sob controle, nem sabe que papel deve assumir na sua família. Quando isso ocorre, é como se um furacão atingisse a casa, mas não pelo lado de fora e sim por dentro dela.

Esse é um alerta duplo. Em primeiro lugar, as mulheres são avisadas dos malefícios de estarem em guerra com seu cônjuge. Infelizmente, isso não só é frequente como há uma série de desculpas para que isso se mantenha. Certas mulheres fazem e falam o que querem, afirmando que são frágeis e, por isso, têm de ser suportadas pelos maridos, não importa o que elas façam. Outras, ainda que sofram mesmo de tensão pré-menstrual, fazem com que cada membro da família também sofra — até quando a desculpa não vem acompanhada pelos efeitos da síndrome em questão. Coisas assim não devem ocorrer, assim como os homens também não devem utilizar suas desculpas para seus próprios tratos ruins. O segundo alerta é dado aos homens, pois, na escolha da sua futura esposa, devem levar em conta mais do que a beleza da moça. O melhor casal é aquele que enfrenta unido os furacões da vida, tendo dentro de casa uma suave brisa de amor e respeito.

Pr. Thomas Tronco

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