Terça, 11 de Agosto de 2020
   
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Sindrome de Caim

Pastoral

As igrejas em geral têm muitos problemas. Alguns, porém, parecem ser comuns em quase todas elas. Por exemplo: dificilmente encontramos uma igreja em que não existam grupos que, durante os cultos ou as aulas de EBD, fiquem no pátio conversando e fazendo cara feia para os responsáveis que os convidam a entrar.

Um outro problema comum é a crítica maldosa. Lembro-me de que quando era pastor de jovens, duas moças não vinham nunca às reuniões. Perguntei o motivo. Elas responderam que a mocidade não tinha “graça” (Obs.: Não era essa a opinião dos outros 50 jovens que lotavam a nossa sala de reuniões).

Pedi para elas me dizerem o que gostariam que fosse feito. A resposta foi: “Temos que ter mais intercâmbios.” Então passamos a promover encontros com outras mocidades. As duas moças não participaram. Perguntei-lhes de novo o que faltava. Elas disseram: “Queremos retiros.” Fizemos dois. Elas não foram.

Foi aí que aprendi o versinho: Não perca tempo tentando agradar aqueles que primam por não cooperar.

Mas de todos os problemas comuns que uma igreja possa ter, talvez o mais perigoso seja o que um irmão nosso em Cristo chamou de “Síndrome de Caim”.

Trata-se do rancor que as pessoas, tal como Caim, têm contra aqueles que estão oferecendo um sacrifício agradável a Deus (Gn 4.3-5).

A Síndrome de Caim nasce no coração de pessoas invejosas e se manifesta sempre contra os irmãos que estão trabalhando, oferecendo o melhor para o Senhor.

Essa síndrome se revela em ataques, em desprezo e em hipocrisia (Gn 4.8). Quem a possui guarda pecados escondidos em sua vida (Gn 4.6-7) e seus sentimentos são próprios de um fratricida.

De todos os problemas comuns nas igrejas, que o Senhor nos livre, principalmente, da Síndrome de Caim, a fim de que nunca o serviço de nossos irmãos cesse definitivamente por nossa culpa.

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo gloria

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