Quarta, 05 de Agosto de 2020
   
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Imposição de Mãos

Pastoral

Nossa igreja, assim como as igrejas cristãs em geral, ao investir uma pessoa na função pastoral, observa o rito da imposição de mãos. Como veremos, esse gesto é correto, tendo amparo suficiente na Escritura para que seja realizado. Contudo, uma vez que vivemos dias em que tudo é distorcido e em que os falsos cristãos mancham até as práticas mais singelas com a nódoa da superstição, é necessário explicar bem o sentido da imposição de mãos, conforme ensinado na Bíblia.

No Novo Testamento, o estender as mãos sobre um candidato ao pastorado, ao diaconato ou ao trabalho missionário era o ato que formalizava a investidura do indivíduo nessas funções, sendo notável a evidência de que eram os líderes da igreja que participavam do gesto e nunca a congregação toda (At 6.5; At 13.3; 1Tm 4.14).

Antes de impor as mãos sobre alguém, contudo, era necessária a prévia orientação divina, manifesta na ação do Espírito Santo sobre a igreja. Essa manifestação podia vir por intermédio de profetas (como parece ser o caso em Atos 13.1-2) ou pela vontade expressa da congregação (At 6.3; 14.23, onde o verbo traduzido na NVI como “designar”, significa também “promover a eleição”). Uma vez confirmada a vontade de Deus no sentido de que o “candidato” realizasse uma tarefa especial em prol do Reino, a igreja demonstrava reconhecer esse fato por meio de um sinal externo, isto é, a imposição de mãos, realizada por seus líderes.

Assim, ao impor as mãos sobre alguém, os pastores estão como que dizendo: “Como líderes do povo de Deus, nós todos, representando esta igreja, reconhecemos que o Senhor escolheu este homem para o seu santo serviço, de modo que sobre ele invocamos bênçãos especiais que o capacitem na realização do ministério sagrado.” Concluído esse rito, o candidato entra oficialmente para as fileiras do serviço santo.

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo gloria


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