Terça, 11 de Agosto de 2020
   
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A Mulher de Pompéia

Pastoral

Pompéia era uma cidade italiana que no ano 79 AD foi subvertida pelas lavas do Vesúvio. Na noite em que Pompéia foi destruída, seus moradores foram pegos de surpresa. Toda aquela massa ardente lançada ao alto pelo vulcão caiu sobre eles dando a impressão de que vinha do céu.

Essa morte repentina de pessoas de toda uma cidade serviu para revelar aos historiadores muito do cotidiano do primeiro século, já que os mortos foram encontrados em meio aos seus afazeres comuns. Graças a um engenhoso
método que faz uso do gesso, muitos corpos foram removidos do meio da lava endurecida na exata posição em que ficaram quando morreram.

Eu mesmo vi alguns deles quando visitei as ruínas de Pompéia, em 1990.
Recentemente, contudo, li a respeito de uma das vítimas de Vesúvio que me despertou especial atenção. Tratava-se de uma mulher. Seu corpo foi achado em uma casa e os arqueólogos encontraram suas mãos cheias de jóias.

O que certamente ocorreu foi que na hora do desespero, vendo tudo desabar, aquela mulher tentou salvar o que tinha de mais precioso nesta vida e, assim, morreu sob a chuva de fogo que foi mais rápida do que ela.

Não precisamos viajar até Pompéia para ver pessoas assim. Inúmeros amigos e parentes nossos têm nos bens e prazeres deste mundo a única razão de sua vida. As coisas que eles mais valorizam são o luxo material e o lixo moral,
sendo capazes de morrer por eles.

Os crentes verdadeiros, por outro lado, nutrem valores diferentes em seu coração. Eles sabem que o sentido da nossa existência se encontra além desta vida e que a fonte da felicidade não tem sua nascente neste mundo. Para eles
Jesus é sua alegria (Fl 4.4), a Palavra de Deus é o seu tesouro (Sl 19.9-10) e o céu é a sua herança (Mt 5.11-12).

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo gloria

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