Terça, 11 de Agosto de 2020
   
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Preferido e Preterido

Pastoral

Já ouvi dizer muitas vezes que a Bíblia é o livro mais vendido do mundo. Não sei quem faz esse tipo de estatística, mas acredito nela. Afinal de contas, é fácil perceber que pessoas de todas as crenças, mesmo as mais distantes do cristianismo, têm pelo menos uma Bíblia em casa.

Há, porém, um estranho paradoxo nessa informação. Se, por um lado, a Bíblia é o livro mais vendido do mundo, não há outro livro mais desprezado do que esse.

De fato, ao longo dos anos no ministério pastoral, já me acostumei a ser procurado por pessoas que querem de mim alguma orientação bíblica. Depois que eu aponto o ensino da Sagrada Escritura elas agradecem educadamente, vão embora e... adivinhem só: fazem exatamente e de modo deliberado o contrário do que aprenderam.

Outras pessoas eu mesmo procuro quando vejo que precisam de uma palavra de correção e alerta (2Tm 3.16). Parto do pressuposto de que a Bíblia é para elas a palavra final, cujos ensinos estão acima de qualquer discussão. Então eu mostro-lhes o erro; com a Bíblia em punho aponto o caminho para essas
pessoas que docilmente me escutam.

Elas aceitam tudo, não se opõem a nada, levando-me a crer na ilusão de que meu trabalho foi coroado de êxito. Ledo engano! Após a conversa nada muda e
a Palavra de Deus mais uma vez é posta de lado, cedendo lugar à vaidade do pensamento humano.

É assim que o tesouro da felicidade jamais é encontrado. Nós somos tão tolos que compramos o mapa, mas não o seguimos!

Antes, vamos atrás de nossas intuições sem fundamento.
Continuemos assim. Satanás agradece... e as livrarias também

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo gloria

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